7 de nov. de 2014
27 de out. de 2014
Maconha e sua saúde: o
que 20 anos de pesquisa revelam
Wayne Hall, professor e diretor do Centro de Pesquisa em
Abuso de Substâncias dos Jovens da Universidade de Queensland, na Austrália,
publicou uma nova revisão bibliográfica analisando estudos feitos sobre os
efeitos da maconha na saúde entre 1993 e 2013.
O uso da maconha tornou-se cada vez mais prevalente ao longo
dos anos e a revisão de estudos sobre o tema resume o que os pesquisadores têm
aprendido sobre os efeitos da droga, sobre a saúde humana e o bem-estar geral
ao longo das últimas duas décadas.
Ele descobriu que adolescentes que usam maconha regularmente
são cerca de duas vezes mais propensos do que os não usuários a abandonar a
escola, bem como a experimentar comprometimento cognitivo e psicose quando
adultos. Além disso, alguns estudos também ligaram o consumo de cannabis na
adolescência ao uso de outras drogas ilícitas, de acordo com a revisão,
publicada na revista “Addiction”.
O risco de uma pessoa sofrer uma overdose fatal de maconha é
“extremamente pequeno”, e não há relatos de overdoses fatais na literatura
científica. No entanto, tem havido relatos de casos de mortes
por problemas cardíacos em homens aparentemente saudáveis depois de terem fumado maconha.
Segundo o relatório. “A percepção de que a maconha é uma droga segura é uma
reação equivocada de um passado histórico de exagero de seus riscos para a
saúde”, opina Hall. No entanto, ele acrescenta que a maconha “não é tão
prejudicial quanto outras drogas ilícitas como anfetaminas, cocaína e heroína”.
Segundo o pesquisador, o uso da maconha traz alguns dos
mesmos riscos que o uso de álcool, tais como aumento do risco de acidentes,
dependência e psicose. Além disso, é provável que pessoas de meia-idade que
fumam maconha tenham um risco aumentado de sofrer um ataque cardíaco. No
entanto, “efeitos sobre a função respiratória e câncer respiratório ainda não
estão claros, porque a maioria dos fumantes de maconha fumaram ou ainda fumam
tabaco”.
Os críticos argumentam que outras variáveis, além do uso de maconha, podem influenciar e aumentar os riscos de tais problemas de
saúde mental e que, em primeiro lugar, é possível que as pessoas com problemas
de saúde mental sejam mais propensas a usar maconha. Quanto aos efeitos do
consumo de cannabis em mulheres grávidas, a droga pode reduzir um pouco o peso
do bebê ao nascer, de acordo com Hall.
Os efeitos de euforia que os consumidores de maconha
procuram na droga vêm principalmente de seu ingrediente psicoativo, chamado
delta-9-tetrahidrocanabinol, mais conhecido como THC. Durante os últimos 30
anos, o teor de THC da maconha consumida nos Estados Unidos saltou de menos de
2%, em 1980, para 8,5% em 2006.
Segundo o pesquisador, é provável que o teor de THC da droga
também tenha aumentado em outros países desenvolvidos. Porém, não está claro se
esse aumento pode ter um efeito sobre a saúde dos usuários. Alguns argumentam
que não haveria aumento de dano se os usuários ajustassem suas doses da droga,
usando menos dos produtos mais potentes para obter os mesmos efeitos psicológicos
que procuram. No entanto, “a evidência limitada sugere que os usuários não
ajustam completamente sua dose de acordo com potência, e por isso,
provavelmente, recebem doses maiores de THC do que costumava ser o caso”, disse
Hall.
Os estudos sobre a utilização de álcool – e, em menor
extensão, de outras drogas, tais como os opióides – também demonstraram que as
formas mais potentes destas substâncias aumentam o nível de intoxicação dos
utilizadores, bem como o risco de acidentes e do desenvolvimento de dependência.
[Live Science]
Extraído de HYPESCIENCE
http://hypescience.com/maconha-e-sua-saude-o-que-20-anos-de-pesquisa-revelam/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29
1 de set. de 2014
Guarulhos e o Brasil
Guarulhos e o Brasil
Nesta semana (28/08), o IBGE[1]
lançou a estimativa da população das cidades brasileiras, com os dados das
maiores e das menores. A população brasileira é aproximadamente de 202 milhões,
perto dos 203. O município de São Paulo é de longe o mais populoso do país com
mais de 11 milhões de habitantes, e nenhuma cidade brasileira chega perto desta
marca.
Na outra ponta, Serra da Saudade,
no estado de Minas Gerais é o município que possui a menor população, estimada
em 822 habitantes. Os 25 municípios com menor população somam ao todo quase 33
mil pessoas, um percentual de 0,02% dos habitantes do país.
O destaque vai para as cidades
brasileiras de maior população, não levando em conta as capitais. Guarulhos é a
primeira cidade com cerca de 1,3 milhões de pessoas. Ou seja, ela se constitui
na principal cidade brasileira em termos populacionais, sem as capitais. Após
Guarulhos, na lista das 25 cidades mais densas, vem Campinas (SP) e São Gonçalo
(RJ), também com mais de 1 milhão, e as restantes, com menos de 1 milhão de
habitantes.
Guarulhos deveria se orgulhar
destes dados, mas está longe disso, ao menos na perspectiva de grande parte de
seus moradores. Uma cidade que não está interligada, pois a Rodovia Presidente
Dutra a corta quase ao meio e não há viadutos que aproximem os bairros. Existem
passarelas, mas esta medida serve apenas aos pedestres, que precisam se expor a
muitos riscos e grandes caminhadas para acessar os pontos de ônibus.
Há gargalos de trânsitos que já
deveriam ter sido resolvidos, como o da região do Bonsucesso, mas é crônico e
aparentemente tratado com descaso pelos que se utilizam daquelas vias da
região. Existem feiras de longa data em avenidas como no bairro São João (av.
Juarez Távora), onde nos dias de hoje são inviáveis para o trânsito e o
comércio local, mas sem nenhuma solução das autoridades.
Há a contínua e irritante
destruição crônica que o SAAE faz das ruas por toda a cidade, escavando e
esburacando nossas vias, numa demonstração de elevada falta de gerenciamento
das vias aquosas, além da igualmente irritante empresa responsável pelo
recapeamento do asfalto destruído, em não nivelar o novo asfalto pelo anterior,
causando uma infinita quantidade de ondulações que impossibilitam um tráfego
tranqüilo e nulo aos portadores de deficiências – isso sem falar das calçadas irregulares
permitidas por toda a cidade.
Com um dos mais altos IPTU, que a
faz figurar entre as 20 cidades paulistas[2]
que mais o cobram, além de pagar anualmente o famigerado IPVA – que nada mais é
do que o imposto pela propriedade do seu veículo, isso significa que você
compra seu carro todos os anos, e nada é feito para mudar isso! – que ao final,
a rua por onde você anda e por onde seu veículo trafega deveriam ser as
melhores, mas a realidade é outra, não só em Guarulhos, é claro.
Os nossos representantes no
cenário estadual e federal, não se preocupam com a estrutura da cidade, pois
quando percebemos suas movimentações, vemos ações em relação certas questões culturais
e afins, como se somente estes fossem os problemas de uma cidade que é a maior
do país – não contando as capitais. Sem mencionar a segurança e a corrupção
policial e os problemas dos presídios, situações que não acontecem só por aqui.
Outro grande destaque negativo é
a empresa GRU que assumiu o nosso Aeroporto. Não bastasse já ser alvo de investigações[3],
ela deliberadamente, com a anuência ou não (ainda não está claro) da Prefeitura
da cidade, enganou milhares de moradores da região do São João e
circunvizinhança com a inutilização da passagem que dava acesso à Rodovia Hélio
Smidt, com a desculpa esfarrapada de que ponte “não era sustentável”[4]. E
mais uma vez, as coisas continuam como estão, sem que nada seja feito.
O leitor deve notar que todas
essas citações são problemas de ordem estrutural, sem, contudo, adentrar em
diversos outros problemas como escolas, saneamento básico, evasão de grandes
empresas para outras cidades por conta da carga tributária e outros fatores,
como por exemplo, a Raiovac, a Phillips e a Cadbury Adams, fabricante dos famosos
Chicletes Adams, isso apenas para ficar por aqui.
Uma cidade com a vocação de
grandeza e envergadura nacional, pois a porta de entrada do Brasil em muitos
aspectos é Guarulhos, pelo maior Aeroporto da América do Sul e pelo comércio
que passa e é gerado em nossa cidade para todo o país, não pode continuar sem
criar soluções contínuas para os contínuos problemas que uma cidade deste porte
envolve. A política pública e a gestão pública precisam compreender essa
dinâmica e diariamente dar respostas imediatas, não somente aos problemas
sociais, mas também às demandas estruturais e circunstanciais da própria
cidade.
Amar uma cidade não é somente
dizer que a ama, morar nela por décadas ou pensar apenas para uma elite ou
grupo específico. Amar uma cidade é pensar diariamente em soluções para ela
toda. É preciso montar uma equipe apolítica para isso, composta de pessoas que
estão comprometidas, não com guetos, mas com a cidade plena. Mentes capazes de
produzir soluções e em conjunto, pois uma cidade não é gerida por um partido ou
por uma pessoa é construção de todos.
C. K. Carvalho
Teólogo e graduando em Ciências Sociais pela Universidade
Metodista – Pólo Guarulhos.
Fundador da ONG ABAN Brasil
[1]
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/pdf/analise_estimativas_2014.pdf
[2]
http://www1.folha.uol.com.br/infograficos/2013/10/78512-ranking-da-carga-tributaria-municipal.shtml
[3]
http://digital.estadao.com.br/download/pdf/2013/09/26/B7.pdf
[4]
http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=57964
25 de ago. de 2014
BUROCRACIA POLICIAL
Sabemos que em nosso país a
burocracia merece o apelido de “burrocracia”. Também não ignoramos que essa
burocracia beneficia a certos setores governamentais e facilita a corrupção e o
desvio de recursos públicos aos “abutres” no poder. São fatos infelizes, mas
reais em nossa amada pátria.
Soube de uma história que é tão
absurda, mas perfeitamente cabível nos moldes dessa confusão oficial instalada
desde sempre nos meandros civis e militares por aqui. A contarei sutilmente
para preservar as famílias envolvidas na situação, por respeito ao sofrimento
causado pelo caso e compreendendo que muito disso não é culpa da força
policial, mas do sistema que não serve às atuais necessidades das vítimas e
tampouco serve às demandas criminais de nossos dias.
Um homem em minha cidade num ato
passional e violento matou sua companheira com um golpe chamado Hadaka Jime ou
Mata-Leão (como foi apelidado no Brasil). É um golpe de estrangulamento usado
nas artes marciais japonesas, realizada pelas costas do oponente. É original do
grupo de técnicas do jiu-jítsu e judô, conhecido como shime waza.
Após matá-la levou-a a um local
em sua região e deixou o corpo à vista de quem passasse por ali. Veio-lhe um
tremendo remorso pelo feito e decidiu entregar-se à polícia, confessando o
crime e dizendo onde o corpo poderia ser encontrado. Apurado os fatos, a
burocracia policial não o pode prender, pois sem o corpo (ainda não feito
análise no IML), sendo o mesmo réu primário e não ter sido lavrado os autos
para pedir sua prisão preventiva, mandaram-no esperar em sua residência, depois
de liberá-lo da delegacia.
O seu crime chegou aos ouvidos
dos reais criminosos de sua região e ameaçaram-lhe tirar a vida se o
encontrassem e, temendo por sua vida (sem imaginar que tirou a de sua esposa
sem pensar), foi novamente à delegacia para tentar ser preso pela segunda vez.
Ao chegar, já havia dado tempo dos autos serem lavrados e sua prisão já havia
sido pedida, foi encaminhado ao cárcere.
Isso não foi ficção, filme ou
novela. Aconteceu realmente. É vergonhoso, trágico e assustador o caminho que
nossa lei tomou para punir os crimes na sociedade e a ridícula tolerância que
vemos com a hediondez perpetrada pelos que sabem que ficarão impunes com todas
as desculpas que se dá para manter esse status
quo.
Como constantemente diz minha
esposa: “Que é isso, Brasil?”
© C. K. Carvalho
Agosto de 2014
15 de ago. de 2014
Pássaros Presos em gaiolas
"Pássaros criados em gaiola, acreditam que voar é uma
doença."
Esta é uma das
frases mais conhecidas de Alejandro Jodorowsky, um chileno-francês, filho de
judeus, nascido em 1929, cineasta, dramaturgo, ator, autor, músico, escritor de
quadrinhos e guru espiritual. Em seus pontos de vista religiosos, Jodorowsky
chamou a si mesmo um "místico ateu". Com gosto pelo Tarô e sem ter
terminado o curso de Psicologia, passou a trabalhar por muitos anos de sua vida
com a terapia em três áreas: psicomagia, psicogenealogia e massagem iniciática.
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Para
Jodorowsky, a psicomagia visa curar as feridas psicológicas sofridas na vida.
Essa terapia é baseada na crença de que o desempenho de determinados atos podem
agir diretamente sobre a mente inconsciente, libertando-o de uma série de
traumas, alguns dos quais, os praticantes da terapia acreditam são passadas de
geração em geração.
A psicogenealogia, segundo ele, inclui o estudo da personalidade e da família árvore do paciente, a fim de melhor atender às suas fontes específicas. Coisas bem parecidas com as crenças dos Mórmons sobre a genealogia. Jodorowsky tem vários livros sobre seus métodos terapêuticos, já publicou mais de 23 romances e tratados filosóficos, junto com dezenas de artigos e entrevistas.
Imaginem um
ateu místico. Que mistura confusa essa, não? Mas há espaço para qualquer coisa,
por mais estranha que pareça no universo.
Pensando sobre
a frase...
Ouso dizer que
em linguagem poética e mística, como é comum a Jodorowsky, a frase poderia
fazer sentido estético, porém é preciso dizer que: pássaros não “acreditam”,
não “pensam” e não sabem o que é “doença”. Portanto, ela é somente uma frase
solta, mesmo tendo a aparência de beleza subjetiva ou alguma analogia com as
prisões da psique humana.
C. K. Carvalho
Pesquisador autônomo
Fonte:
Disponível em: http://en.wikipedia.org/wiki/Alejandro_Jodorowsky
13 de ago. de 2014
A Enorme e Histórica
Contribuição dos Judeus ao Mundo
Extraído
Pouco tempo atrás, o Irã e o líder supremo, aiatolá Ruhollah
Khomeini, pediu ao mundo muçulmano para boicotar tudo e qualquer coisa que
tenha origem judaica. Em resposta, Meyer M. Treinkman, um farmacêutico, fora da
bondade de seu coração, se ofereceu para ajudá-los em seu boicote da seguinte
forma:
"Qualquer muçulmano que tenha sífilis não deve ser
curado pelo teste de Wasserman que foi descoberto por um judeu Dr. Ehrlich.
Muçulmanos que tenham gonorréia, não deveriam procurar o diagnóstico, porque
vão estar usando o método de um judeu
chamado Neissner.
"Um muçulmano que tenha uma doença cardíaca não deve
usar Digitalis, descoberta por um judeu, Ludwig Traube.
Se ele sofrer com uma dor de dente, não deve usar Novocaína,
uma descoberta dos judeus, Widal e Weil.
Se um muçulmano tiver diabetes, não deve usar insulina, o
resultado da pesquisa por Minkowsky, um judeu.
Se alguém tem uma dor de cabeça, deve evitar Pyramidon e
Antypyrin, devido aos judeus Spiro e Ellege.
Muçulmanos com convulsões devem ficar assim, porque era um
judeu Oscar Leibreich, que propôs o uso de hidrato de cloral.
Árabes devem fazer o mesmo com seus males psíquicos, porque
Freud, pai da psicanálise, era um judeu.
Se uma criança muçulmana pegar Difteria, ela deve abster-se
de o "Schick" (reação), que foi inventado pelo judeu, Bella Schick.
Os muçulmanos devem estar prontos para morrer em grande
número e não devem permitir o tratamento da orelha e danos cerebrais, trabalho
de judeu ganhador do Prêmio Nobel, Robert Baram.
Eles devem continuar a morrer ou ficar aleijados por
Paralisia Infantil, porque o descobridor da vacina antipolio é judeu, Jonas
Salk.
Os muçulmanos devem se recusar a usar estreptomicina e
continuar a morrer de tuberculose, porque um judeu, Zalman Waxman, inventou a
droga milagrosa contra esta doença mortal.
Médicos muçulmanos devem descartar todas as descobertas e
melhorias por dermatologista Judas Sehn Bento, ou o especialista em pulmão,
Frawnkel, e de muitas outras de renome mundial cientistas judeus e
especialistas médicos.
"Muçulmanos apropriadamente devem permanecer aflitos
com sífilis, gonorréia, doença de coração, dores de cabeça, tifo, diabetes,
transtornos mentais, convulsões poliomielite e tuberculose e terem orgulho em
obedecer ao boicote islâmico".
Ah, e por falar nisso, não chame um médico em seu telefone
celular porque o telefone celular foi inventado em Israel por um engenheiro
judeu.
Que contribuições médicas para o mundo os muçulmanos
fizeram?
A população Islâmica é de aproximadamente 1.200.000.000 (um
bilhão e duzentos milhões) ou 20% da população do mundo.
Eles receberam os seguintes Prêmios Nobel:
Literatura:
1988 - Najib Mahfooz
Paz:
1978 - Mohamed Anwar El-Sadat
1990 - Elias James Corey
1994 - Yasser Arafat:
1999 - Ahmed Zewai
Economia:
(Zero)
Física:
(Zero)
Medicina:
1960 - Peter Brian Medawar
1998 - Mourad Ferid
TOTAL: 7 SETE
A população global judia é de aproximadamente 14 milhões,
cerca de 0,02% da população do mundo.
Eles receberam os seguintes Premios Nobel:
Literatura:
1910 - Paul
Heyse
1927 -
Henri Bergson
1958 -
Boris Pasternak
1966 -
Shmuel Yosef Agnon
1966 -
Nelly Sachs
1976 - Saul
Bellow
1978 -
Isaac Bashevis Singer
1981 -
Elias Canetti
1987 - Joseph Brodsky
1991 - Nadine Gordimer Mundial
Paz:
1911 -
Alfred Fried
1911 -
Tobias Michael Carel Asser
1968 - René
Cassin
1973 -
Henry Kissinger
1978 -
Menachem Begin
1986 - Elie
Wiesel
1994 -
Shimon Peres
1994 -
Yitzhak Rabin
Física:
1905 - Adolf Von Baeyer
1906 - Henri Moissan
1907 -
Albert Abraham Michelson
1908 -
Gabriel Lippmann
1910 - Otto
Wallach
1915 -
Richard Willstaetter
1918 -
Fritz Haber
1921 -
Albert Einstein
1922 -
Niels Bohr
1925 -
James Franck
1925 -
Gustav Hertz
1943 -
Gustav Stern
1943 -
George Charles de Hevesy
1944 - Isidor Isaac Rabi
1952 - Felix Bloch
1954 - Max Born
1958 - Igor Tamm
1959 - Emilio Segre
1960 -
Donald A. Glaser
1961 -
Robert Hofstadter
1961 -
Melvin Calvin
1962 - Lev
Davidovich Landau
1962 - Max
Ferdinand Perutz
1965 -
Richard Phillips Feynman
1965 -
Julian Schwinger
1969 -
Murray Gell-Mann
1971 -
Dennis Gabor
1972 -
William Howard Stein
1973 -
Brian David Josephson
1975 -
Benjamin Mottleson
1976 -
Burton Richter
1977 - Ilya
Prigogine
1978 - Arno
Penzias Allan
1978 -
Peter L Kapitza
1979 -
Stephen Weinberg
1979 -
Sheldon Glashow
1979 -
Herbert Charles Brown
1980 - Paul
Berg
1980 -
Walter Gilbert
1981 -
Roald Hoffmann
1982 -
Aaron Klug
1985 -
Albert A. Hauptman
1985 -
Jerome Karle
1986 -
Dudley R. Herschbach
1988 -
Robert Huber
1988 - Leon
Lederman
1988 -
Melvin Schwartz
1988 - Jack
Steinberger
1989 -
Sidney Altman
1990 -
Jerome Friedman
1992 -
Rudolph Marcus
1995 -
Martin Perl
2000 - Alan
J. Heeger
Economia:
1970 - Paul
Anthony Samuelson
1971 -
Simon Kuznets
1972 -
Kenneth Joseph Arrow
1975 -
Leonid Kantorovich
1976 -
Milton Friedman
1978 -
Herbert A. Simon
1980 -
Lawrence Robert Klein
1985 -
Franco Modigliani
1987 -
Robert M. Solow
1990 -
Harry Markowitz
1990 -
Merton Miller
1992 - Gary
Becker
1993 -
Robert Fogel
Medicina:
1908 - Elie
Metchnikoff
1908 - Paul
Erlich
1914 -
Robert Barany
1922 - Otto
Meyerhof
1930 - Karl
Landsteiner
1931 - Otto
Warburg
1936 - Otto
Loewi
1944 -
Joseph Erlanger
1944 -
Herbert Spencer Gasser
1945 -
Ernst Boris Cadeia
1946 -
Hermann Joseph Muller
1950 -
Tadeus Reichstein
1952 -
Selman Abraham Waksman
1953 - Hans
Krebs
1953 -
Fritz Albert Lipmann
1958 -
Joshua Lederberg
1959 -
Arthur Kornberg
1964 -
Konrad Bloch
1965 -
François Jacob
1965 -
Andre Lwoff
1967 -
George Wald
1968 - Marshall W. Nirenberg
1969 - Salvador Luria
1970 - Julius Axelrod
1970 - Sir
Bernard Katz
1972 -
Gerald Maurice Edelman
1975 -
Howard Martin Temi
1976 -
Baruch Blumberg S.
1977 -
Roselyn Sussman Yalow
1978 -
Daniel Nathans
1980 -
Baruj Benacerraf
1984 -
Cesar Milstein
1985 -
Michael Stuart Brown
1985 -
Joseph L. Goldstein
1986 -
Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
1988 -
Gertrude Elion
1989 -
Harold Varmus
1991 -
Erwin Neher
1991 - Bert
Sakmann
1993 -
Richard J. Roberts
1993 -
Phillip Sharp
1994 -
Alfred Gilman
1995 -
Edward B. Lewis
1996 - Lu
RoseIacovino
TOTAL: 129!
Os judeus não promovem lavagem cerebral em crianças em
campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar mortes de
judeus e outros não-muçulmanos.
Os judeus não seqüestram aviões, nem matam atletas nos Jogos
Olímpicos, ou fizeram explodir-se em restaurantes alemães.
Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja.
Não há um único judeu que proteste matando pessoas. Os
judeus não fazem tráfico de escravos, nem tem líderes que pedem Jihad e morte a
todos os infiéis.
Talvez os muçulmanos do mundo devam considerar investir mais
em educação e menos em padrão, culpando os judeus por todos os seus problemas.
Os muçulmanos devem perguntar “o que eles podem fazer para a
humanidade ", antes de exigir que a humanidade os respeite.
Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre
Israel e os palestinos e seus vizinhos árabes, mesmo se você acredita que há
mais culpa por parte de Israel, as duas frases seguintes realmente dizem tudo:
Se os árabes depuserem as armas hoje, não haveria violência
nunca mais?
Se os judeus depuserem as armas hoje, não haveria mais
Israel?
É uma questão de história que, quando o Comandante Supremo
das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou as vítimas dos campos
de extermínio, ele ordenou todas as fotografias possíveis a serem tomadas, e
que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados através dos campos e ainda
fez a enterrar os mortos.
Ele fez isso e disse em palavras: "Tenham tudo sobre
documentação - obtenham os filmes - obtenham as testemunhas - porque em algum
lugar no caminho da história algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca
aconteceu '
Recentemente, no Reino Unido debatem-se para remover o
Holocausto dos seus currículos escolares porque 'ofende' a população muçulmana,
que afirma que nunca ocorreu. Ele não foi removido ainda. No entanto, este é um
presságio assustador sobre o medo que está atingindo o mundo, e o quão
facilmente cada país se rende a ele.
E agora, após a Segunda Guerra Mundial na Europa terminada,
há mais de 65 anos. Agora, mais do que nunca, com o Irã, entre outros,
sustentando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar que o mundo
nunca esqueça. Quantos anos vão passar para que se pense que o ataque ao World
Trade Center 'nunca aconteceu' porque ofende alguns muçulmanos nos Estados
Unidos?
"Em Deus nós confiamos, e somos uma nação sob
Deus"!
C.K. Carvalho
Agosto de 2014
18 de jun. de 2014
Percepção de Hamster
São bichinhos
fofinhos e desejados por muitas crianças e até por adultos no Ocidente. São
roedores e, por natureza, destroem tudo o que for de madeira e papel em seu
ambiente, mas isso é natural, pois seus dentes necessitam disso. Gostam de seus
brinquedos e entre eles as rodas giratórias. Elas são essenciais para aliviar o
estresse e ajudar o hamster a não ficar obeso.
Apresentação
feita estive pensando estes dias sobre este animalzinho quando está girando
aquela roda. Para o hamster todo o mundo ao seu redor se move enquanto se
exercita ali. As pessoas passam por ele, luzes se acendem e apagam, móveis são
tirados do lugar, tudo se move ao seu redor, mas ele, ainda que
movimentando-se, não sai do lugar.
Pensei que
esta situação pode ter alguma conexão conosco. Imagine que a vida está
passando, as pessoas estão se locomovendo indo de um lado para outro, as coisas
estão se movendo, os veículos passam próximos de nós e ouvimos seus sons,
ouvimos as vozes de outros passando, todo o mundo se move, mas nós podemos
estar num movimento de hamster.
No movemos ao
redor de nós mesmos e de nossos impulsos, realizamos ações que não criam
qualquer tipo de sinergia com outros, vivemos enclausurados em nossas próprias
rodas giratórias da alma, e o pior, como um hamster, é possível que estejamos
pensando que fazemos parte do movimento do mundo ao nosso redor. Isso é
altamente preocupante.
É preciso sair
de nossas gaiolas giratórias da alma, é necessário criar sinergia com outros, é
preciso se envolver com a vida e conviver com o nosso entorno de pessoas e de
demandas sociais, é preciso ser solidários e olhar para além de nossos guetos
particulares e é igualmente necessário destruir a percepção de hamster em nosso
olhar da vida e do mundo.
C. K. Carvalho
11 de junho de 2014
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